quinta-feira, 21 de janeiro de 2010


Salvador


Percorria meu caminho de pó e decepção
Embalava na alma um gelo cruel e fino.
Pés e mãos machucados da jornada
A esperança encolhida no seu ninho...
Solidão, mãos dadas com meu destino
Poucas flores em minha estrada.


Eis,que sem cantos ou luzes,vem o amor
Trazendo canto e luz a todos os vãos.
De um golpe destruiu o que era daninho
E deu-me um jardim florido de suave olor.
Bendito sentimento a coroar meu chão.
Salvação de quem jaz sozinho.


-Helena Frontini-
(Pres.aut.)

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